Aleluia defende ACM, mas não descarta que ‘alguém’ do PFL tenha recebido propina
Por Rebeca Menezes
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O deputado federal e presidente estadual do DEM, José Carlos Aleluia, negou nesta terça-feira (15) que o ex-senador Antônio Carlos Magalhães tenha tratado sobre o suposto recebimento de propina, como teria acusado o senador Delcídio do Amaral (PT) em sua delação (entenda aqui). De acordo com o documento, “o contrato da Termo Bahia (OAS/Alstom) foi assinado, às pressas, na véspera de sua posse na Petrobras, por razões envolvendo interesses específicos de políticos baianos, que tinha como seu principal representante o então Ministro de Minas e Energia, Rodolpho Tourinho, um dos aliados mais importantes do ex-senador Antonio Carlos Magalhăes”. Ainda segundo a delação, a negociata teria rendido algo próximo a US$ 10 milhões ao PFL da Bahia. “Eu conheci o senador ACM e posso assegurar que ele jamais se sentaria com Delcídio para discutir esse tipo de coisa. O PFL não tem nada a ver com isso. ACM não sabia de nada disso, é fácil se aproveitar de quem não está mais aqui pra responder, mas ele ainda tem amigos”, defendeu Aleluia em entrevista ao Bahia Notícias. O deputado ainda garantiu que no PFL, refundado como DEM, não há ninguém que tenha se envolvido com atividades ilícitas. “Pode ser que alguém do PFL tenha tratado. Nós já expulsamos muita gente. Pode ter havido alguém. Mas se isso aconteceu, foi com alguém que já foi expulso. Atualmente, não existe ninguém que aceitaria esse tipo de acordo”, concluiu. No Twitter, ao falar da delação, Aleluia afirmou que "o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, está mais uma vez inovando ao apresentar ao país o Cinismo Sem Fronteiras".
