
Fora da programação oficial, Bloco Boca de Brasa leva poesia pelas ruas do Pelourinho
Por Guilherme Silva / Fernando Duarte
Foto: Guilherme Silva / Bahia Notícias
A bronca do coordenador do Bloco Boca de Brasa, Douglas Almeida, com o edital do Carnaval do Pelourinho – “fomos deixados de fora”, segundo ele – não impediu que o grupo percorresse as ruas do Centro Histórico com a tradição de 20 anos neste sábado (6). “Nós recitamos poemas, distribuímos folhetins literários e divulgamos a rica literatura brasileira, em especial a baiana contemporânea. Estamos aqui recitando fora da programação oficial, mas com o carinho, o respeito e a responsabilidade que o bloco tem”, afirmou Almeida. Segundo ele, a ideia para criar o bloco surgiu em 1996, quando se comemorou os 360 anos de nascimento do poeta Gregório de Matos, conhecido como Boca de Brasa. “Nós saímos do Cruzeiro de São Francisco, de uma casa onde supostamente nasceu o poeta Gregório de Matos em 19 de dezembro de 1926”, explicou o poeta.
