Gestão de Eserval Rocha é marcada por falta de diálogo, avaliam entidades
Por Cláudia Cardozo
Foto: Angelino de Jesus
A falta de diálogo foi o principal problema da gestão do desembargador Eserval Rocha, a frente da presidência do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que se finda nesta segunda-feira (1º). Em entrevista ao Bahia Notícias, os sindicatos dos servidores do Poder Judiciário (Sintaj e Sinpojud) e a Associação dos Magistrados da Bahia (Amab), além da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), avaliaram os dois últimos anos do Tribunal de Justiça da Bahia, que foram marcados pela falta de diálogo, por uma intervenção do CNJ para descongestionar as varas de primeiro grau de Salvador, greve de servidores, inauguração de fóruns, instalações de varas, agregação de comarcas e uma tentativa de mudar o plano de cargos e salários dos servidores. Leia a avaliação dessas entidades na coluna Justiça!
