Rosemma admite que reordenamento do Rio Vermelho foi ‘complicado’
Por Alexandre Galvão / Rebeca Menezes
Foto: Alexandre Galvão / Bahia Notícias
A secretária municipal de Ordem Pública (Semop), Rosemma Maluf, admitiu nesta sexta-feira (29) que a reorganização dos ambulantes que atuavam no Rio Vermelho antes da requalificação foi “complicada”. “Sempre é uma tarefa complicada e complexa reordenar uma área que foi ocupada de forma irregular, mas nós buscamos contemplar, como prioridade, as baianas de acarajé e tapioca, que são ambulantes tradicionais da área”, defendeu. Presente na cerimônia de inauguração das obras de requalificação no bairro, a chefe da pasta explicou que os demais ambulantes deverão buscar a Semop após o Carnaval, para que possam ser realocados em novos locais. “Mas não vai ser em cima da praça. As praças, hoje, têm um ordenamento específico, não só para o comércio informal como o formal. Nós não podemos permitir mais que se montem tendas improvisadas para a venda de pastel ou yakisoba, como tinha, que não tinham nenhum topo de autorização da prefeitura”, justificou. Para os que já possuíam as licenças, serão pensados novos locais de atuação, como o mirante construído no bairro. Os restaurantes da região também tiveram que se adequar às novas determinações. “Nós também nos reunimos com os donos de bares e restaurantes do Largo da Mariquita, do entorno do Sesi e no Largo do Santana. Foi definido o novo ordenamento das mesas e cadeiras no espaço publico, priorizando a passagem de pedestres, a mobilidade dos deficientes físicos, para que elas tenham uso para toda a comunidade”, detalhou.
