Off-shore investigado na Lava Jato foi usado por Muammar Kadafi
Foto: Reprodução/ atlanticsentinel
Um off-shore alvo da Operação Lava Jato, na Triplo X, foi usado pelo ditador Muammar al Kadafi – conhecido, de acordo com a Expresso, da Época – como “cachorro louco”. Kadafi foi morto em 2011. Além do ditador, parentes de Bashar al Assad, presidente da Síria; e um operador de Robert Mugabe, do presidente do Zimbábue também movimentaram valores. Entre os nomes, aparece ainda Lázaro Báez, apontado como figura central nos escândalos de corrupção do governo de Néstor Kirchner, na Argentina. Os documentos da Lava Jato apontam também na clientela o nome de Benny Steinmetz, bilionário israelense – grifando que Steinmetz é acusado em um esquema de propina com o presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, que, por sua vez, financiou a escola de samba Beija-Flor, do Rio, em 2015 e já foi homenageado pelo Ilê Aiyê em 2013 (leia aqui
).
