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No Twitter, Geddel lamenta 'erro brutal' e confirma pedidos de doações à OAS

No Twitter, Geddel lamenta 'erro brutal' e confirma pedidos de doações à OAS
Foto: Bruna Castelo Branco/Bahia Notícias
O presidente estadual do PMDB, Geddel Vieira Lima, se justificou em seu perfil no Twitter após reportagem publicada no jornal O Globo que divulga mensagens trocadas entre ele e o ex-presidente da OAS, José Adelmário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro (clique aqui e leia mais). Geddel classificou como “infeliz” sua declaração ao jornal. “Fui infeliz no uso de uma expressão em entrevista ao Globo Peço desculpas a todos”, disse, por volta das 4h desta quarta-feira (20). “@roneymauJa pedi humildese firmes desc p essa frase infeliz A força de expressão p dizer q tinha q receber todos levou-me a esse erro brutal”, completou, por volta das 9h30, em menção ao fato de ter confirmado que recebeu Léo Pinheiro enquanto era vice-presidente da Caixa Econômica Federal. "Havia uma forte disputa interna no governo. Defendi uma tese de que aquele modelo limitava a concorrência. Foi natural atender Léo Pinheiro. Havia outros interesses, como da Odebrecht. Hoje tudo isso vira crime. Ele é um amigo da Bahia, de políticos baianos. Qual o sentido de uma empresa ter ganhado o aeroporto de Cumbica e não poder participar do Galeão? A lógica é de que isso inibia a concorrência. É claro que hoje tem o fato de ele ter sido preso. Antes ele era empresário, e eu tinha de tratar com todo mundo, com empresário, com jornalista, com puta, com viado... Era coisa absolutamente natural", disse, em entrevista ao Globo. “Eu acho, que quando se conete um erro, um grave erro, se assume, paga-se o preço E qdo esse erro lhe faz mal a alma se pede desculpas SEGUE”, disse, na sequência, acrescentando que, em reação, estão tentando machucá-lo. “Ja pedi sinceras desculpas pela frase infeliz registrada pelo jornalista Lamento que alguns não aceitem e procurem machucar, mas é a vida”. Geddel ainda reproduziu imagem que reúne as mensagens trocadas com o empreiteiro e questionou: “Alguma duvida? Identificou alguma irregularidade? Estou aqui para esclarecer como do meu dever”. Em resposta a outro tweet – "@geddel_, de acordo com matéria, pediu recursos para campanhas de aliados no interior da Bahia e a dele própria ao senado em 2014" – o peemedebista confirmou ter pedido doações. “É verdade A OAS e a outros grupos empr como facultava a lei Algumas atendidas outras n”, disse.