Coluna A Tarde: O Brasil e a lama
Por Samuel Celestino
Foto: Acervo pessoal
A lama da Samarco que mata aos poucos o Rio Doce também corre em Brasília e atinge o governo e a classe política, em duas crises que empurram senadores e deputados para um lamaçal pouco visto. Esperava-se que atingisse o presidente do Senado, Renan Calheiro (PMDB-SE). Demorou, é certo, mas envolvido em trapaças que não são de hoje nem de ontem, ele, ao lado de Delcídio do Amaral (PT-MS) e de Jader Barbalho (PMDB-PA), compreende que agora o Supremo Tribunal Federal chegou denunciando a tríade e mais o deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE). A situação se complica e empurra o país para o desconhecido. Se, antes, a crise econômica tomava corpo, logo depois, em consequência, desatou a crise política. Agora se dá o inverso. O Palácio do Planalto entende que a crise na economia só será sanada após resolver os problemas da política. Em outras palavras, dá-se o inverso do inverso. O que veio primeiro passou a ser segundo. Clique aqui e leia a coluna completa!
