‘É uma instalação para ser sentida’, diz fotógrafo sobre mostra que retrata quilombolas
Por Jamile Amine
Foto: Divulgação
O soteropolitano Alvaro Villela fez um caminho inusitado até chegar ao mundo da fotografia. Cursou biologia nos anos 80, mas diante do processo de luta pelo fim da ditadura militar no Brasil, foi arrebatado pelo jornalismo, que o conduziu ao campo das imagens. “Eu era militante político, participava do movimento estudantil. Na época eu vi o filme ‘Sob Fogo Cerrado’, sobre um jornalista que vai cobrir a guerra na Nicarágua. E ai a percepção do que acontecia ali pelo jornalismo me fez apaixonar pela fotografia de forma arrebatadora. Larguei a biologia e, como queria fotografia, fui procurar o jornalismo, que era o que tinha de mais próximo na época”, conta Villela, que desde então fez diversos cursos, participou de muitos festivais, lançou dois livros, e hoje está em cartaz no Museu de Arte da Bahia (MAB), com a exposição “Faces”, sobre as comunidades quilombolas de Barra do Brumado e Bananal, situadas na Chapada Diamantina. Confira a matéria completa na coluna Cultura!
