RÉUS DO CASO NEYLTON PODEM IR A JÚRI POPULAR
Para o Ministério Público da Bahia (MP-BA), em relação ao assassinato de Neylton Souto da Silveira, que era responsável pelo Fundo Municipal de Saúde, "a autoria e a materialidade do delito encontram-se devidamente provadas" (ver nota). Mas, diferente dos vigilantes Jair Barbosa da Conceição e Josemar dos Santos, Aglaé Amaral Sousa e Tânia Maria Pimentel Pedroso, respondem processo em liberdade. Elas são acusadas pelo MP-BA de serem mandantes do crime. Caso o juiz Cásio Miranda, da 1ª Vara do Júri, acate sugestão da promotoria, os réus irão a júri popular.