Reitor da Ufba minimiza prejuízos da greve: ‘Não somos uma universidade qualquer’
Por Alexandre Galvão / Fernando Duarte / Rebeca Menezes
Foto: Jefferson Peixoto/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
O reitor da Universidade Federa da Bahia (Ufba), João Carlos Salles, minimizou nesta quinta-feira (22) os impactos negativos causados pela greve de quatro meses dos docentes da instituição. Presente no ato em prol do PT, Salles reconheceu que “greve é sempre um gesto que causa prejuízo, senão não seria greve”, mas defende que foi um movimento legítimo. “É importante notar que foi um movimento legítimo, que teve apoio da categoria e em defesa da universidade, que enfrenta problemas e que vai continuar batalhando de várias outras formas”, justificou. “Vamos trabalhar para que a universidade tenha as melhores condições de funcionamento e tenha o padrão de qualidade que uma universidade federal tem que ter. Afinal, não somos uma universidade qualquer, somos uma universidade que é um polo de pesquisa, de extensão e de ensino de qualidade”, completou. O reitor confessou, ainda, que tem esperanças de que a volta de Aloízio Mercadante para o Ministério da Educação possa ajudar o setor. “O ministro Mercadante que tem uma relação com o governo mais orgânica, então é uma esperança que ele possa lutar por mais recursos para a educação”, concluiu.
