'Salvador parece anestesiada', afirma Daniel Lisboa, um dos nomes do novo cinema baiano
Foto: Luana Ribeiro / Divulgação
Aos 35 anos e com seu primeiro longa-metragem em um dos principais festivais de cinema do país, o baiano Daniel Lisboa estreia TROPYKAOS, “um filme sobre a desesperança”, como faz questão de notar. Filhos de pais que sempre estiveram envolvidos com arte, depois de se aventurar (e tentar se encaixar) nos cursos de Jornalismo, Filosofia e Direção Teatral, Daniel resolveu que a experiência com uma câmera VHS de seu pai na adolescência poderia dar bons frutos e entrou na faculdade de Cinema. A partir daí as portas do festivais começaram a se abrir. Depois de causar polêmica com “O fim do homem cordial”, curta de 2005 que mostra um sequestro fictício do então senador Antônio Carlos Magalhães, o diretor ficou conhecido em todo o país. Prestes a lançar seu mais novo filme em Salvador na Mostra Competitiva Nacional do XI Panorama Internacional Coisa de Cinema, Daniel conversou com o Bahia Notícias sobre a sétima arte, festivais, baianidade e TROPYKAOS. Leia entrevista completa aqui.
