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Após posse, Wagner nega medo de impeachment por rejeição de contas

Após posse, Wagner nega medo de impeachment por rejeição de contas
Foto: José Cruz / Agência Brasil
O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, afirmou nesta quarta-feira (7) que o Planalto não teme um processo de impeachment como consequência de eventual rejeição das contas de 2014 da presidente Dilma Rousseff. O julgamento está agendado para esta quarta-feira (7). “[Não há] temor do ponto de vista que alguns tentam falar, de conexão disso [rejeição das contas], com a grita de alguns segmentos da oposição em relação ao impeachment. Mesmo que haja rejeição de contas, ela não é sustentação para nenhum processo [de impeachment]. Está muito claro na lei. Creio que qualquer pessoa que queira respeitar o texto constitucional sabe que o julgamento de contas por ser de mandato anterior, não tem nada a ver com o atual mandato”, argumentou. Apesar da negativa de Wagner, a Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com mandado de segurança nesta terça (6) para suspender o julgamento no TCU, já que o órgão
quer afastar o relator do processo, Augusto Nardes, por antecipação de voto. A AGU quer, segundo Folha, que testemunhas relacionadas ao possível impedimento de Nardes sejam ouvidas. Wagner ainda delimitou que ficará com a articulação do governo – a articulação política, segundo ele, ficará a cargo de Ricardo Berzoini, que assumiu a Secretaria de Governo, e cuidará da negociação com outras instâncias, como o Congresso.