Vado justifica soneca na Câmara: ‘Penso que sou uma máquina’
Por Alexandre Galvão/ Fernando Duarte
Foto: Alexandre Galvão / Bahia Notícias
Flagrado nos braços de Morfeu em plena sessão da Câmara de Salvador há algumas semanas, o vereador Vado Malassombrado (DEM) justificou o cochilo: “Eu acho que foi porque eu penso que sou uma máquina”. Segundo ele, a falta de descanso é reclamação constante dos auxiliares que o apoiam. “Eu acho que foi porque eu penso que sou uma máquina. Eu amo trabalhar e, na maioria das vezes, as próprias pessoas que trabalham comigo pedem que eu descanse. E o resultado não foi outro”, desculpou-se Malassombrado nesta quarta-feira (12). Alvo de polêmicas recentes, Vado voltou a lamentar o episódio em que foi afastado do palco de um evento com o governador Rui Costa (PT) no Subúrbio Ferroviário. “Eu não esperava isso do governador Rui Costa. Eu fui fazer o meu papel de morador, de vereador. A pedido dos moradores que não ganharam as casas, eles queriam que entregasse em mãos um abaixo assinado levando ao conhecimento dele que há mais de dois meses essa mesma comissão que iria ter uma reunião com o presidente da Conder, José Lúcio, e não teve”, afirmou o edil, que classificou o episódio como uma “cena de truculência”.
