Com atuação na Bahia, Grupo MPE teve executivo conduzido para depoimento na PF
Renato Abreu foi conduzido para depoimento | Foto: Secom/ Rio de Janeiro
Um dos alvos da 16ª fase da Operação Lava Jato, o Grupo MPE teve um de seus diretores, Renato Abreu, conduzido pela Polícia Federal (PF) para prestar depoimento. Abreu foi um dos alvos dos cinco mandados de condução coercitiva da “Radioatividade”, como ficou conhecida a fase da operação que investiga desvio de recursos públicos na construção da usina Angra 3, no Rio de Janeiro. Além da condução de um dos seus diretores, computadores da empresa, que controla a EBE (Empresa Brasileira de Engenharia), tiveram backups copiados por policiais federais. Dentro da empresa, o assunto é tratado com tranquilidade – o grupo é membro do consórcio responsável pela construção de Angra 3, porém as empreiteiras Odebrecht, Andrade Gutierrez e UTC lideram o consórcio. Também foram convocados para depoimento executivos da Technint e da Queiroz Galvão. O Grupo MPE mantém empresas na Bahia, a exemplo de empreendimentos em mariculturas e o controle do Aeroporto Internacional de Valença.
