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Coluna Sampaulices: Elomar, da caatinga para a terra da garoa

Por Paulo Roque Garcia

Coluna Sampaulices: Elomar, da caatinga para a terra da garoa
Representação de Elomar em xilogravura está presente na exposição
Sabe aquele papo de que raio não cai duas vezes no mesmo lugar? Conversa fiada. No sertão da Bahia caiu, com menos de dois anos de intervalo. Um no dia 21 de dezembro de 1937 e o outro em 14 de março de 1939. O primeiro, ainda dando choque, se chama Elomar. O segundo, “ora, raios!”, é o Glauber Rocha. Sobre o fato de serem nascidos em Vitória da Conquista e nunca terem assinado algo juntos, Elomar se justifica com uma tirada típica. “Dois gigantes não habitam a mesma caverna”. São Paulo recebe a Ocupação Elomar no Itaú Cultural, entre as luas nova de julho e crescente de agosto de 2015, como nos instrui o texto de abertura do cuidadoso catálogo da mostra, intitulado “Guia de Algibeira do Sertão Profundo”. Clique aqui e leia o texto completo na Coluna Sampaulices.