Araújo nega indicação de Cedraz à presidência do Solidariedade na Bahia
Por Estela Marques
Foto: Bahia Notícias
O presidente do Solidariedade na Bahia, Luciano Araújo, negou ter sido indicado pelo advogado Tiago Cedraz à presidência do partido. Por meio de sua assessoria de imprensa, Araújo explicou que o comando estadual do partido se deve aos seus méritos pessoais, "como um dos membros que mais atuaram para o advento da sigla". Pela condição de o Solidariedade na Bahia ser uma comissão provisória e não um diretórío, a escolha dos seus membros é feita pelo presidente nacional, ratificado pela Executiva Nacional. Luciano Araújo também é tesoureiro nacional do partido e informou que chegou ao cargo depois de eleição, "após o trabalho que desempenhou durante a criação da sigla partidária". Araújo repudiou as "inverdades relatadas na delação premiada" de Ricardo Pessoa, dono da UTC, que o apontou como emissário de propina no valor de R$ 1 milhão, destinada ao ministro Raimundo Carreiro. "A ida à sede da empresa [UTC, em São Paulo] restringiu-se a tratar de doações oficiais do partido. Vale ressaltar que o valor relatado consta na prestação de contas do partido, que se encontra disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)", declarou a assessoria de Araújo.
