Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Justiça

Notícia

‘Delações premiadas não são sentenças condenatórias’, diz ministro da Justiça

Por Estela Marques

‘Delações premiadas não são sentenças condenatórias’, diz ministro da Justiça
Foto: Alex Ferreira/ Câmara dos Deputados
Em depoimento à CPI da Petrobras nesta quarta-feira (15), o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou que a delação premiada do presidente da UTC, Ricardo Pessoa, está sob sigilo, portanto, é ilegal o vazamento de trechos da delação, divulgados pela imprensa. O ministro disse ainda que essa ação, além de ilegal, é criminosa e gera situações “absolutamente nocivas”. “Delações premiadas não são sentenças condenatórias, são guias de investigação. O delator pode falar a verdade, mentir, omitir ou falar meia-verdade”, declarou Cardozo. Questionado pelo relator da CPI da Petrobras, deputado federal Luiz Sérgio (PT-RJ), o ministro garantiu que a reação do Ministério da Justiça aos vazamentos ilegais será rigorosa. Cardozo disse não admitir que pessoas sejam atingidas em sua honra e credibilidade social com declarações que possam não condizer com a verdade quando apuradas. “Sempre que ocorrem vazamentos ilegais, determino que abram respectivos inquéritos. Está acontecendo. Tenho em relação à Lava Jato o inquérito 768/2014, que apura um vazamento que aconteceu no Paraná”, exemplificou. Apesar das investigações, Cardozo assumiu a dificuldade em descobrir o responsável pelos vazamentos, já que é legal o sigilo da fonte jornalística.