Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Academia de Letras da Bahia homenageia centenário de Jorge Calmon: 'homem inquieto'

Por Luana Ribeiro

Academia de Letras da Bahia homenageia centenário de Jorge Calmon: 'homem inquieto'
Foto: Luana Ribeiro
Em uma das entidades da qual participou e contribuiu ativamente, a Academia de Letras da Bahia (ALB), o jornalista Jorge Calmon foi homenageado na noite desta quinta-feira (9). O evento de celebração do centenário de seu nascimento, realizado às 18h no Solar Góes Calmon, que se tornou sede da instituição durante sua gestão (1977 - 1979), teve a presença dos familiares do jornalista e de autoridades, como o ex-governador Roberto Santos e o secretário de Comunicação do Estado, André Curvello, que representou o governador Rui Costa e compôs a mesa junto à presidente da Casa, Evelina Hoisel; ao presidente da Associação Baiana de Imprensa (ABI), Walter Pinheiro; ao presidente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB), Eduardo Morais de Castro; e a Jorge Calmon Filho, filho mais novo do homenageado. A cerimônia foi aberta com o discurso do jornalista e membro da ALB, Samuel Celestino. O sócio-diretor do Bahia Notícias, que conviveu com ele no jornal A Tarde - no qual Calmon trabalhou durante 67 anos, 47 deles como chefe de redação - ocupa a cadeira 23 na ALB, antes exercida pelo jornalista. "Desconheço na imprensa brasileira alguém que tenha passado meio século orientando uma redação", destacou Celestino, para quem Calmon foi "um comandante inconstestável", que gerenciava a equipe de A Tarde com "voz mansa, mas determinado". "Estou, repito, a relatar a história de um homem inquieto", salientou. Na sequência, Jorge Calmon Filho retratou o lado familiar do pai, que chefiou um lar "afetuoso" ao lado de sua esposa Leonor, que faleceu em 1992. Evelina Hoisel encerrou a noite, destacando o legado de Calmon à ALB e à história da Bahia, a qual, em sua opinião entrelaçou sua própria história, ao participar intensamente da vida cultural do estado.