Coluna Literatura: leia 'Nambu e Zabelê', texto de Carlos Navarro Filho
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Era uma vez uma vila que tinha uma rua principal de barro com uma rua secundária de cada lado, uma igrejinha na parte mais larga da rua principal. Em frente à igrejinha um frondoso, imenso, tamarindeiro, sob o qual eram amarradas as montarias de quem chegava para a missa dominical, ou a negócios. Atrás da igreja, na direção do rio, ficava a Rua do Créf, um perigo. Nenhuma família honrada queria os filhos passeando por lá, era o meretrício local. A rua principal ligava o Rio Paraguaçu à estação de trem, que escoava mercadorias trazidas em lombo de burro da Chapada Diamantina. Esse ambiente bucólico acolhia o cego Nambu e sua guia Zabelê. Leia o texto completo na Coluna Cultura.
