PF teme que governo aponte abusos em operação que investiga governador de MG
Foto: Manoel Marques / Imprensa MG
Após a segunda fase da Operação Acrônimo, que investiga o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, a Polícia Federal teme que o governo aponte abusos operação, internamente. Isso porque na manhã da última quinta-feira (25), assim que o cumprimento dos mandados teve início, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo foi ao Palácio do Planalto conversar com Dilma Rousseff (PT) e com Edinho Silva (Comunicação Social), de acordo com a coluna Painel, da Folha de S. Paulo. O Superior Tribunal de Justiça negou o pedido de busca na casa de Pimentel e no BNDES, apesar de reconhecer vínculo concreto do governador mineiro com o caso. Para os investigadores, há indícios que comprometem Pimentel em quase todas as frentes da apuração. Os policiais pretendem aprofundar a investigação sobre os donos e usuários do hangar que Benedito Rodrigues, o Bené, usava em Belo Horizonte de onde Pimentel partiu para o Uruguai, no jatinho do empresário.
