Líder do MBL diz que objetivo foi cumprido em protesto anti-PT: 'é um trabalho continuado'
Por Alexandre Galvão / Estela Marques
Foto: Betto Jr. / Ag. Haack / Bahia Notícias
O representante do Movimento Brasil Livre (MBL), Kim Kataguiri, encerrou por volta das 19h o ato contra o 5º Congresso do PT, que ocorre no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. De acordo com o jovem, o grupo considera que o objetivo foi cumprido. “A gente conseguiu soltar para a imprensa as nossas denúncias ao caderno de teses do PT, mas a gente também sabe que é um trabalho continuado”, disse. Segundo Kataguiri, o manifesto desta quinta-feira (11) foi “mais um dia nessa luta que começou com as manifestações do ano passado, depois com as manifestações desse ano em março e em abril”. Durante a tarde, houve tensão entre militantes petistas e simpatizantes do MBL, inclusive, porque os opositores ao governo Dilma Rousseff (PT) foram impedidos pela Polícia Militar de levar seu carro de som à rua onde acontece o congresso. Além disso, o grupamento de Polícia Choque se colocou em barreira e impediu que os manifestantes dos dois grupos se aproximassem. Apesar de compreender o posicionamento da PM, Kataguiri disse não saber o motivo de proibirem o carro de som do MBL. “A gente vai atrás disso”, garantiu. Mais cedo, o dirigente disse que a CUT afirmou à PM que havia combinado de o MBL não levar carro de som para a manifestação, um “acordo que nunca existiu”.
