Regime militar: Peritos baianos trabalham em apuração de vala clandestina
Como exemplos, o gestor citou ainda outros casos que tiveram participação de peritos baianos, como a identificação, por DNA, de vítimas de um acidente aéreo em Recife, ocorrido em 2011; e o assassinato da menina Isabella Nardoni, em São Paulo. “Somos referências em todos os segmentos da ciência forense. Incentivamos a progressão acadêmica e sabemos que nessas participações nossos profissionais acumulam conhecimento e experiência”, disse Jeffesson. Compõem a equipe que trabalha no caso do Cemitério de Perus a perito médico-legista Letícia Sobrinho, coordenadora de Antropologia Forense do Instituto Médico- Legal Nina Rodrigues (IMLNR); a perito médico-legista Maria de Fátima Guimarães, e o perito odonto-legal João Pedro Pedrosa Cruz. Segundo o último balanço divulgado, já tinham sido analisadas 282 peças das 1049 caixas com restos mortais. A conclusão do trabalho de identificações está prevista, inicialmente, para 2016.
