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Governo acusa oposição de tentar inviabilizar sessão e derruba instantes após abertura

Por Fernando Duarte

Governo acusa oposição de tentar inviabilizar sessão e derruba instantes após abertura
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Com a proximidade do prazo para sobrestar a pauta da Câmara de Salvador, a redução da outorga onerosa rende dividendos a realização de sessões do legislativo municipal. Vereadores da base aliada do governo ACM Neto acusam os opositores de tentar inviabilizar a sessão desta terça-feira (5), porém, após a abertura, os edis deixaram o plenário. O projeto da outorga onerosa é considerado inconstitucional por oposicionistas, mas, de acordo com o regimento interno da Casa, deve sobrestar a pauta em três sessões, o que impede a votação de outros projetos. “Foi preciso mobilizar a base do governo para iniciar a sessão, mas quando abriu eles vieram para o plenário. Aí a base saiu. Não tinha como deixá-los usar o pinga-fogo para atacar o prefeito”, afirmou um dos interlocutores governistas. Caso seja mantido o padrão de sessões, a outorga onerosa pode entrar em votação a partir da próxima quarta (13). Para a oposição, o projeto deve ser apreciado em conjunto com o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) e com a Lei de Ordenamento do Uso e da Ocupação do Solo (Louos). Além disso, a minoria reclama a exclusão Fundo Municipal de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Fundurbs). (Atualizada às 18h17)