Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Política

Notícia

Justiça do Paraná abre ação penal contra primo de governador do PSDB

Justiça do Paraná abre ação penal contra primo de governador do PSDB
Foto: Roberto Custodio/Jornal de Londrina
A Justiça do Paraná abriu na segunda-feira (30) ação penal contra o empresário Luiz Abi Antoun, parente do governador Beto Richa (PSDB) e ex-assessor parlamentar do tucano. Considerado um dos nomes mais influentes na gestão de Richa, ainda que não tenha cargo público, o empresário e outras seis pessoas são acusadas pelo Ministério Público de montar um esquema criminoso para obter um contrato emergencial de R$ 1,5 milhão com o governo do Estado. Eles agora respondem por organização criminosa, falsidade ideológica e fraude em licitação. De acordo com o Estadão, o contrato em questão foi assinado no final do ano passado com o Departamento de Transporte Oficial do Estado (Deto), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Administração e Previdência. O diretor do Deto na época, Ernani Augusto Delicato, também se tornou réu no caso. O grupo, segundo a denúncia, fraudou todo o procedimento de cotação de preços para garantir que a empresa Providence Auto Center ganhasse o serviço de manutenção e conserto da frota de veículos da região de Londrina. A empresa chegou a prestar o serviço por cerca de três meses, mas o governo estadual rompeu o contrato logo após a revelação do caso pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Londrina, no último dia 16. Numa operação batizada de Voldemort, em referência à atuação Abi nos bastidores do governo estadual (mais informações no texto acima), o Gaeco também cumpriu naquele dia 13 mandados de busca e apreensão e 15 mandados de conduções coercitivas (para tomada de declarações no Gaeco). O advogado de Abi, Antonio Carlos Coelho Mendes, disse que discutirá a questão apenas no âmbito do Judiciário, e não na imprensa. A reportagem não conseguiu contato com Delicato. O governo do Estado informou que apura o caso internamente.