Coluna literatura: leia texto de Helenita Monte de Holanda e Jorge Ramos
Por Carlos Navarro Filho
Foto: Arquivo Pessoal | Reprodução
O que pouca gente sabe é que a confraria registrou em atas reuniões de 1996 a 1998, iniciativa de Jorginho que as aproveitava para espinafrar os confrades, em geral com o revide à uma discussão perdida por ele. Nas poucas ausências do autointitulado escriba oficial ninguém queria assumir o posto, por preguiça mesmo. Houve no entanto uma única exceção, a Dra. Helenita, que sapecou-lhe uma ata em versos estilo cordel. É, outra novidade ainda não contada. A partir de 1996 a confraria abriu-se à alma feminina e chegaram as mulheres - jornalistas, esposas, enteadas, aderentes e visitantes. Esta semana selecionei aleatoriamente rápidos tópicos das atas e alguns dos versos da médica cordelista. Clique aqui e leia o texto completo na Coluna Literatura.
