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Bloco Antibaixaria quer adesão do setor privado; Luiza Maia critica 'Quem banca é o viado'

Por Renata Farias/Luana Ribeiro

Bloco Antibaixaria quer adesão do setor privado; Luiza Maia critica 'Quem banca é o viado'
Fotos: Renata Farias/Bahia Notícias
Em seu quarto ano, o Bloco Antibaixaria, capitaneado pela deputada estadual Luiza Maia, autora da lei que leva o mesmo nome do grupo, está presente na Mudança do Garcia nesta segunda-feira (16). Esse é o quarto ano do nosso bloco, que é ligado ao fim da violência contra mulher e também à proibição de músicas que incentivem. No primeiro ano, nós nos reunimos com o objetivo de aprovar essa lei. Conseguimos e saímos no segundo ano para capitalizar. No terceiro ano, eles reduziram o alcance dos recursos e nós criamos a cruzada antibaixaria para chegar também aos municípios. Agora que nós conseguimos que o dinheiro público não patrocine esse tipo de música, estamos lutando para que as empresas privadas façam o mesmo”, afirma a parlamentar.


Neste ano, além da homenagem a feminista Ana Alice Alcântara, que morreu em dezembro do ano passado; o bloco critica é a música “Quem banca é o viado”, do pagodeiro Robyssão, que criou polêmica e gerou resposta da banda New Play, com participação da ex-vereadora Léo Kret. “Eu soube dessa música e nós achamos um absurdo. A diversidade tem que ser respeitada. Nosso projeto também abrange os grupos LGBT. Robyssão parou de bater em mulher e agora resolveu bater em homossexual. Nós estamos lutando contra isso. Essa sociedade conservadora, evangélica tem que entender que a diversidade precisa ser respeitada”, protesta. Sobre o também polêmico cantor Igor Kannário, que saiu pouco antes da Mudança do Garcia, a deputada se divide entre críticas e elogios. “Ele precisa mudar essas músicas dele. Eu acho Kannário um grande artista, talentoso, bonito, mas ele precisa parar de incentivar a violência e o uso de drogas”, afirma.