Ao menos 1607 já morreram em disputa entre Estado Islâmico e forças curdas
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A ofensiva da milícia radical Estado Islâmico (EI) já provocou a morte de ao menos 1.607 pessoas no enclave curdo-sírio de Kobani, na fronteira com a Turquia, de acordo com o Observatório Sírio de Direitos Humanos, que tem sede em Londres. Das vítimas, 1.091 eram integrantes do EI, entre elas 49 que cometeram atentados suicidas na cidade e seus arredores, com carros-bomba ou explosivos atados ao corpo. Segundo a instituição, o número de baixas pode ser maior. Nas fileiras dos rivais da milícia, morreram ao menos 462 combatentes das Unidades de Proteção do Povo (YPG) em atentados ou combates com o Estado Islâmico.
