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'Não está muito muito errado não', diz Ramalho, sobre 'ditadura' de Penna no PV

Por Alexandre Galvão / Luana Ribeiro

Após a criação do “PV democrático”, bloco criado por dissidentes da sigla incomodados com a “ditadura” atribuída ao presidente da legenda, José Luiz Penna (SP), O deputado federal Fábio Ramalho (PV-MG), manifestou, nesta quarta-feira (14), não discordar do incômodo com a gestão supostamente “ditatorial” do presidente da sigla, José Luiz Penna (SP), que levou à criação do “PV democrático”, bloco formado por dissidentes da legenda. “Penso que não está muito errado não. Acho que o Penna não deixa com que o partido cresça; os parlamentares principalmente, que são quem poderia crescer o partido. Então o partido está estagnado. Nós somos um partido hoje que tem um nome grande, que todas as pessoas gostam, tem umas ideias boas, um projeto bacana, mas você não vê isso alçar para um número de pessoas que possam representá-los, para colocar suas ideias em prática, defender o meio ambiente, que é a questão principal do Partido Verde”, afirmou Ramalho, em entrevista ao Bahia Notícias, durante jantar de campanha da candidatura do deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) à presidência da Câmara, realizado no restaurante Barbacoa, na Avenida Tancredo Neves.


Foto: Alexandre Galvão/Bahia Notícias

Além de defender uma “projeção maior no número de deputados”, o parlamentar afirma que a escolha de Eduardo Jorge para representar a agremiação na disputa presidencial em 2014 não foi plenamente discutida. “Eu sempre achei que a gente não é muito escutado nisso aí”, apontou.