Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Política

Notícia

Advogado contesta participação de futuros deputados em eleição para presidência da CMS

Por Luiz Fernando Teixeira

Advogado contesta participação de futuros deputados em eleição para presidência da CMS
Foto: Divulgação
A eleição que irá definir a presidência da Câmara Municipal para o biênio de 2015-16, no dia 2 de janeiro, terá a participação de cinco vereadores que foram eleitos deputados estaduais - David Rios (Pros), Alan Castro (PTN), Soldado Prisco (PSDB), Marcell Moraes (PV) e Fabíola Mansur (PSB) - e uma que se elegeu deputada federal, Tia Eron (PRB). O advogado político Ademir Ismerim contesta a participação dos políticos no processo de transição da presidência da Casa Legislativa de Salvador, pois eles elegeriam um líder que não os representaria. “A eleição da Câmara é em janeiro e a da AL-BA em fevereiro. Do ponto de vista legal, eu defendo que deveria haver coincidência dos mandatos. Os parlamentares todos deveriam assumir no mesmo dia. Criou-se uma anomalia, o vereador não vai exercer dois mandatos”, disse Ismerim. O advogado confessa que não tem uma base legal para protestar, já que a lei em vigor permite tal eleição. “É lamentável que ela exista, mas ela é legal”, afirmou. O tema controverso é abordado de maneira semelhante entre os dois candidatos apresentados: Paulo Câmara (PSDB) e Tiago Correia (PTN). “É lógico que eles podem votar, pois são vereadores e a lei estadual permite. É legal, mas eu acho que é uma coisa que pode ser discutida futuramente”, declarou Câmara, que busca a reeleição. “Na verdade existia até esse questionamento dentro do TRE porque os vereadores eleitos estão bi-diplomados, mas não se chegou a uma conclusão. Até o momento a justiça não impede. É um pouco incongruente, talvez seja uma falha, mas no momento não é nossa competência”, afirmou Correia.