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Redução do IPTU é ‘bode na sala’ e Léo Prates defende o ‘indefensável’, critica Trindade

Redução do IPTU é ‘bode na sala’ e Léo Prates defende o ‘indefensável’, critica Trindade
Para o vereador José Trindade (PSL), o projeto que prevê a redução da alíquota máxima do IPTU, em projeto a ser encaminhado pelo Executivo soteropolitano, é como “um bode na sala”. Segundo o vereador, a redução do percentual máximo de 5% para 3% “que ajudará a manter vivo o setor, mesmo respirando por aparelho”. “Parece a 'estória' do bode na sala. Dá-se um aumento exorbitante, apresenta-se um verdadeiro pacote de malvadezas para toda sociedade, depois faz uma redução, e aí todos ficam felizes, e os mais desavisados ainda batem palmas. Mais ainda o desconto de 30% para novos empreendimentos na verdade não terá efetividade. O mercado tem milhares de imóveis disponíveis. Novos empreendimentos só Deus sabe quando”, critica o vereador, que oficialmente é parte da base aliada do prefeito. Trindade ainda pontuou que “as ações de inconstitucionalidade do IPTU, já são por si só vitoriosas, quando a prefeitura recuou e se viu obrigada a voltar atrás dos aumentos propostos no valor do IPTU que seriam praticados em 2015, 2016 e 2017, conforme projeto original”. Nos próximos anos os aumentos serão corrigidos tomando por base apenas os índices da inflação. Em relação aos esclarecimentos do vereador Léo Prates (DEM) rebatendo suas colocações, de que o Estatuto da Cidade prevê alterações nas outorgas onerosas, Trindade afirmou que o companheiro de legislativo defendeu o “indefensável”. “Leonardo é um estudioso, é um dos melhores vereadores da Casa, mas no afã de defender o indefensável acaba não tendo tempo de verificar as condicionantes que pautam futuras modificações do Plano Diretor, como a expressa autorização a ser dada pela Câmara, a não permissão de utilização do expediente do regime de urgência, e outras mais”, sugere Trindade. “Humildemente me coloco à disposição dele para poder esclarecer os pontos”, provoca. Clique aqui e conheça a parábola do "Bode na Sala"