Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

'Foi montado', diz major exonerado da SSP do Amazonas após denúncias

'Foi montado', diz major exonerado da SSP do Amazonas após denúncias
Foto: Reprodução
O subsecretário de Segurança Pública do Amazonas, o major Carliomar Brandão, exonerado nesta segunda-feira (20), um dia após o site da revista Veja divulgar um áudio no qual ele conversa com presidiários, deu entrevista inserida ao final do programa político do governador José Melo (Pros), que tenta a reeleição no pleito deste ano. Segundo o PM, a conversa ocorreu, mas o áudio foi manipulado para sugerir que ele negociava apoio com traficantes da facção criminosa Família do Norte. “Aconteceu, mas não com essa conotação. Eu recebi a informação de que teria uma rebelião em um determinado presídio e que iriam morrer dez pessoas de um grupo rival. A sociedade clama para não ter violência, então meu papel é esse. Eu tenho que estar dentro de presídio, tenho que evitar mortes”, argumentou. O governo do Amazonas entrou com uma ação nesta terça (20) para pedir a perícia judicial da gravação. O major reforça que o diálogo “foi montado”. “Tem coisas que foram faladas no início, colocaram para o final e vice-versa, tentando dar uma conotação política da minha ida ao presídio. Volto a falar, se eu tivesse falado alguma coisa relacionado a política, com certeza estava no áudio”, afirma. No vídeo, Brandão pediu respeito à sua família e justificou fazer o pedido por conta de uma proposta de suborno para confirmar que foi ao presídio pedir votos para Melo. “Ofereceram dinheiro para confirmar uma coisa que não existe, que eu estava lá pra falar do governador, pedindo voto para o governador. Eu não sou homem pra isso. Eu tenho 22 anos de polícia e não tenho sequer uma repreensão na minha ficha”, protestou ele, que diz ter aceitado a exoneração, ordenada pelo governador após a polêmica, com “a maior naturalidade do mundo”. “Até porque não cairia bem eu estar lá no sistema até que a verdade apareça. E pensarem que eu estaria manipulando A, B ou C”, disse. Veja o programa: