Freira afirma que padre Francisco não iria ao Centro em Stella Maris no dia do crime
Foto: Almiro Lopes / Correio
Uma das dez testemunhas ouvidas pela polícia, que tenta elucidar as causas da morte do padre Francisco, morto no domingo (5), em Stella Maris, a freira Lauriana Pinheiro disse não acreditar que o religioso teria ido ao Centro de Formação de Líderes, da Igreja Católica, na localidade, no dia do crime. De acordo com a irmã, que também atua no Centro, ninguém estava no local na hora do crime. Padre Francisco Carlos de Souza, que tinha 50 anos, iria celebrar as missas de Natal e Ano-Novo no fim de ano no Centro de Formação de Líderes. A freira afirmou ainda que ele ajudava a comunidade sempre que se precisava dele. “Sempre que a gente precisava de qualquer atividade litúrgica, ele criava horários para nos atender. Era uma pessoa muito querida”, declarou. De acordo com o titular da 1ª Delegacia de Homicídios, Marcelo Sansão, a ocorrência mais recente registrada pelo padre, que também era psicólogo e atendia em um consultório no Stiep, ainda não foi localizada no sistema da Polícia Civil. Quando foi encontrado morto, o corpo do padre apresentava 18 golpes de chuço (arma artesanal). Informações do Correio.
