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Eleições Bahia: Ao tratar de habitação, poucos candidatos fogem do 'Minha Casa, Minha Vida'

Por Luiz Fernando Teixeira

Eleições Bahia: Ao tratar de habitação, poucos candidatos fogem do 'Minha Casa, Minha Vida'
Foto: Divulgação
O programa Minha Casa, Minha Vida foi recorrente nas propostas dos candidatos para a habitação popular na Bahia. Lídice da Mata (PSB) acredita que é uma das questões mais importantes para a população e pretende criar um programa próprio de habitação para áreas de vulnerabilidade social através de parcerias com bancos como a Caixa Econômica Federal. Marcos Mendes (PSOL) irá desenvolver um trabalho efetivo para o desenvolvimento de uma habitação popular de qualidade e sem favorecer as grandes empreiteiras. “É interessante que a gente comece a favorecer sistemas humanizados de cooperativas para que a gente possa fazer a construção de casas populares através da própria população, que precisa disso”, afirmou. Paulo Souto (DEM) admitiu que acha o programa federal “Minha Casa Minha Vida” bastante eficiente, “mas é preciso outra coisa que é fundamental e aí eu me lembro do Viver Melhor, que é uma coisa mais difícil, que é a urbanização dos chamados assentamentos precários. Nós temos que dar ênfase a isso”. Renata Mallet (PSTU) criticou os programas em vigor, por não terem conseguido diminuir o déficit habitacional. “É necessário que se construa uma empresa estatal de construção que seja organizada e gerida pelos trabalhadores, que possam dar conta de fazer construções de obras públicas para aumentar a quantidade de imóveis dos trabalhadores e com isso gerar emprego”, declarou. Rui Costa (PT) irá continuar o ritmo acelerado de habitações para as pessoas implantado por Wagner. “Considero o espaço onde a família se realiza. Quando a pessoa não vive em casa própria, a família vive insegura e até, em alguns momentos, atritos familiares”, disse. Rogério da Luz (PRTB) também pretende dar continuidade ao “Minha casa, minha vida”, que deu oportunidade para” muitas pessoas” terem suas casas próprias.