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Eleições Bahia: Cultura é ponto de divergência entre postulantes ao governo

Por Luiz Fernando Teixeira

Eleições Bahia: Cultura é ponto de divergência entre postulantes ao governo
Foto: Rita Barreto / Divulgação
Os candidatos ao governo da Bahia não chegam a um consenso sobre a melhor maneira de se investir em cultura, caso eleitos. Lídice da Mata (PSB) defende a junção da cultura com a educação para ser a “mola mestra” da administração. “Nosso projeto de cultura será um avançado no que diz respeito a interiorizar, levar para o conjunto do estado equipamentos de linguagem cultural que possibilitem a população ter acesso as linguagem artísticas”, afirmou. A senadora pretende fazer uma rede nas maiores cidade de bibliotecas e museus estaduais, pois "é importante que tenhamos museus no interior do estado para não apenas desenvolver a cultura, mas também o turismo". Marcos Mendes (PSOL) pretende aumentar os investimentos em cultura 2% do orçamento do governo, além de favorecer a cultura popular. Paulo Souto (DEM) irá ampliar dois programas que ele criou quando foi governador: o Fundo da Cultura e o Faz Cultura. “Esses instrumentos precisam ser estimulados a preservar a qualquer custo a soberania da criação cultural”, declarou. Renata Mallet (PSTU) pretende criar centros culturais nas comunidades e fazer com que os teatros públicos sejam abertos à população. Rui Costa (PT) prega que, caso eleito, os investimentos em cultura sejam feitos “sob a lógica de transversalidade, não só na secretaria de cultura, mas na educação, turismo e outras secretarias, inclusive de comunicação”. Rogério Tadeu Da Luz (PRTB) afirma que o dinheiro destinado à cultura é mal empregado. “Vamos fazer com que o dinheiro da cultura chegue aos movimentos culturais, principalmente os populares. Vamos incentivar os festivais de música, poesia, artes plásticas, trazendo a população das escolas para a cultura e o desenvolvimento dessas atividades”, afirmou.