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Eleições Bahia: Reestrutura do SUS e de hospitais seriam transversais para a Saúde

Por Luiz Fernando Teixeira

Eleições Bahia: Reestrutura do SUS e de hospitais seriam transversais para a Saúde
Foto: Reprodução / Agência Congresso
As propostas dos seis candidatos ao governo do estado para a melhoria do atendimento da Saúde para os baianos se dividem entre o foco em uma melhor estrutura física, valorização dos servidores públicos e a reformulação do atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado. Lídice da Mata (PSB) pretende melhorar a infraestrutura dos centros médicos para que eles funcionem de forma mais apropriada, tanto na capital quanto no interior. “Vamos implantar o prontuário eletrônico, fazendo com que aquele que seja atendido num posto de saúde possa ter toda a sua vida e seu cadastro em qualquer lugar que ele apresente da rede de saúde”, afirmou. Para Marcos Mendes (PSOL) a questão é simples: o setor precisa ser desprivatizado e o SUS, fortalecido. Renata Mallet (PSTU) acredita que “a Bahia está na UTI” e prega o fim da terceirização na saúde, através da contratação de novos profissionais por concurso público com salário digno e plano de carreira. “Nossa proposta é 10% do PIB estadual para saúde e educação”, afirmou a postulante. Rui Costa (PT) crê que é necessário regionalizar a saúde com o auxílio do setor privado. “Iremos montar a rede de saúde para todos, construindo sete novos hospitais e contratando serviços nas filantrópicas, em parcerias com os municípios e a iniciativa privada”, disse. Rogério Tadeu da Luz (PRTB) reafirmou sua impressão de que os centros médicos da Bahia são “corredores da morte” e quer pôr fim ao sistema de regulação para “valorizar” o funcionário público. “Vamos fazer parcerias com os hospitais, clínicas e laboratórios particulares para atender a população nos casos de emergência, para que a gente consiga dar conta do recado e possa valorizar o funcionário”, defende o candidato. Paulo Souto (DEM) defende que a partir do segundo ano do governo, as pessoas tenham os tempos máximos em que serão atendidos os seus exames e as suas cirurgias. “É impossível que uma pessoa fique seis meses esperando um exame e dois esperando uma cirurgia”, afirmou.