Ex-superintendente de educação nega relação com Dalva Sele: 'abro minhas contas agora'
Por Lucas Cunha
O ex-superintendente de Educação, Clóvis Caribé Foto: Ascom | Uneb
O ex-superintendente de Educação da Bahia, Clóvis Caribé, citado em nova matéria da revista Veja publicada na última segunda-feira (22) com um dos beneficiários de um suposto esquema de desvio de dinheiro público de programas sociais para campanhas eleitorais do partido dos trabalhadores no estado, entrou em contato com a redação do Bahia Notícias para se defender da acusação feita pela revista. Caribé garante que durante o período que esteve no governo não teve "nenhuma relação" com o Instituto Brasil e sua presidente, Dalva Sele Paiva, que denunciou na Veja que a sua entidade foi usada para, segundo Dalva, fazer caixa dois para o PT por quase dez anos. "Soube por vocês que meu nome estava envolvido nessa publicação. Meu trabalho era na área de educação superior, não tenho nem tive nenhum tipo de relação com ela (Dalva). Conheci ela quando éramos estudantes universitários e temos um conjunto de amigos em comum, mas nada além disso. Não tive nenhum contato profissional nesse período. Se quiserem, abro minhas contas agora", garantiu. Caribé, que é filiado ao PT baiano desde sua formação, entrou no governo Jaques Wagner, em 2007, na pasta de Ciência e Tecnologia. Em 2008, assumiu como superintendente de educação. A partir de 2012, virou chefe de gabinete da secretaria de Planejamento de José Sérgio Gabrielli, saindo no início de 2014 para retornar a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), onde leciona na área de Sociologia.
