Coluna A Tarde: As suposições da campanha
Normalmente é assim. Há curiosidades que acompanham os processos eleitorais e, de certa forma, geram perplexidade. Por comoção em razão da tragédia aérea em parte, Marina Silva em pouco tempo colou em Dilma Rousseff. Nas pesquisas estão tecnicamente empatadas. A partir daí alardeia-se que a intensa propaganda do governo teria sido incapaz de estabelecer um lastro firme para a campanha de Dilma à reeleição, o que levaria a crer numa fadiga em relação à presença do PT no poder, assim como ocorreria, de igual maneira, com o PSDB. Na verdade, o mais correto seria afirmar que a presidente é desprovida de carisma e não agrada no governo que faz. Os dois partidos comandam a república há 20 anos. O tucano Aécio Neves desaba até no estado que ele governou por dois períodos, Minas Gerais, e isso, por ora, é fato. Trata-se, evidentemente, de uma mera suposição a tal fadiga. Não há forma de mensurar a presunção a não ser pela manifestação do eleitor. Leia aqui a íntegra da Coluna A Tarde de Samuel Celestino.
