GEDDEL E PT II
Celestino ressalta ainda que o ministro Geddel “realça, em termos de campanha municipal" que “perder ou ganhar é próprio do jogo democrático”, mas diz esperar uma retribuição do partido do governador “pelo o que já fizemos”. Explica: “ A Bahia sabe que nós, do PMDB, apoiamos Wagner. Agora, nós não somos caudatários dele. Somos leais, éticos e temos compromisso com o governo. Aguardamos a reciprocidade, dentro dos parâmetros demarcados”. Para Geddel, em política, há hora para as preliminares e há hora para as decisões. “Por enquanto, estamos no momento das preliminares, mas se aproxima o tempo da decisão”. E Repete, com ênfase, o seu entendimento sobre o processo eleitoral no município: “Temos uma aliança com o PT, que não tem candidato, enquanto nós temos um candidato natural, que é João Henrique. Espero que prevaleça o bom senso”. Finaliza com uma imagem: “É como um casamento. A gente casa para que a união seja pela vida inteira; mas obrigatoriamente pode acontecer assim. Quando não dá certo, quando não há lealdade, o casamento termina. E o fim de um casamento custa caro”.