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Match diz que diretor pode resistir a ação policial se considerá-la ilegal

Match diz que diretor pode resistir a ação policial se considerá-la ilegal
Foto: Reuters
A empresa Match defendeu, nesta sexta-feira (11), que o seu CEO Ray Whelan tem direito de resistir a uma ação policial que ele considere ilegal – apesar de negar que ele tenha saído às pressas do Copacabana Palace para evitar a prisão. "A Match gostaria de enfatizar que entender que os termos da soltura anterior de Ray Whelan não restringem seu movimentos contanto que ele fique no Brasil. Não acreditamos que o termo 'fugitivo' é o apropriado nessas circunstâncias", diz a nota oficial. O executivo é considerado foragido pela polícia desde que teve a prisão preventiva decretada nesta quinta (10). O delegado responsável pelo caso afirma que a TV do quarto do britânico ainda estava ligada quando os policiais chegaram no local. "Entendemos que todos os acusados no Brasil têm o direito fundamental de resistir a coerção que ele acredita ser arbitrária e ilegal”, defendeu a empresa. A Match tem exclusividade na venda de pacotes VIP da Copa, do Mundial feminino e da Copa das Confederações. A polícia acredita que um grupo liderado por Whelan desviava ingressos dos pacotes de hospitalidade e de federações nacionais de futebol, como a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), além de entradas individuais ou adquiridas de operários dos estádios do torneio. Informações da Folha de S. Paulo.