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Polícia deve pedir prisão preventiva de 12 por venda ilegal de ingressos na Copa
O britânico Raymond Whelan é um dos envolvidos | Foto: Tasso Marcelo / AFP
A Polícia Civil deve indiciar 12 pessoas pelos crimes de associação criminosa e cambismo (venda de ingressos acima do preço estabelecido) e pedir a prisão preventiva dos envolvidos na Operação Jules Rimet, que investiga um esquema de venda ilegal de ingressos para a Copa do Mundo. Segundo o delegado responsável pelo caso, Fábio Barucke, o inquérito deve ser encerrado nesta terça-feira (8). Um dos envolvidos na trama é Raymond Whelan, diretor da empresa Match Hospitality, que tem direitos exclusivos para a venda de pacotes de hospitalidade da Copa de 2014 (que inclui além de ingressos, serviços como acesso a áreas exclusivas dos estádios, buffet e estacionamento). Whelan chegou a ser preso na segunda (7), mas foi solto na madrugada desta terça por determinação da Justiça do Rio. Outros 11 envolvidos no esquema já tinham sido detidos temporariamente há uma semana. “O procedimento agora será encaminhado para a Justiça. Os indícios são fortes [para a prisão dos suspeitos]. A soltura [de Whelan] faz parte do processo. A Justiça entendeu que ele tinha direito de responder em liberdade, que não iria fugir. Mas ela não analisou o inquérito. As provas não foram analisadas. Então, agora vou encaminhar para que a Justiça possa analisar”, disse Fábio Barucke. Ainda segundo o delegado, Whelan deveria prestar depoimento às 10h desta terça, mas faltou ao compromisso. Assim, ele só deve ser ouvido apenas pela Justiça. Whelan, que é britânico, pagou fiança e entregou seu passaporte para a Justiça fluminense. Ainda segundo a polícia, as investigações sobre a participação de outras pessoas no esquema de venda de ingressos devem continuar. Informações da Agência Brasil.


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