Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Política

Notícia

'As empreiteiras quando dão algo na campanha pedem em troca', afirma Renata Mallet

Por Marcos Russo

'As empreiteiras quando dão algo na campanha pedem em troca', afirma Renata Mallet
Foto: Evilásio Júnior / Bahia Notícias
A candidata ao governo do Estado pelo PSTU, Renata Mallet, comentou, em entrevista ao programa Acorda Pra Vida, da Rede Tudo FM 102,5, nesta terça-feira (8), a disparidade entre a estrutura financeira e midiática entre a sua campanha e a dos principais advbersários.“Sabemos que existe dificuldade. Temos um tempo reduzido de programas de TV e tem a questão dos financiamentos. A nossa candidatura tem um orçamento humilde, de R$ 200 mil, mas vamos entrar para disputar”, garantiu. A postulante ao Palácio de Ondina teceu diversas críticas ao DEM e ao PT. “A nossa campanha vai ser apoiada nos trabalhadores que sofreram muito com o governo Jaques Wagner e Paulo Souto. Trabalhador e juventude são a grande maioria do nosso estado, então nós vamos contar com isso. A principal aliança que a gente tem de fazer é com a população baiana. O PT mudou de lado. A população esperava do PT, que deixou de atender às demanda do povo”, alfinetou. Com caixa baixo para campanha, Mallet criticou ainda os financiamentos dos outros candidatos e denunciou o envolvimento com empreiteiras. “Até o debate do mensalão a gente vê o quanto se legitima essa história de caixa dois. Essas empreiteiras quando dão alguma coisa querem em troca. A OAS, por exemplo, que deu a Wagner na campanha e depois construiu a Arena Fonte Nova e a Via Expressa”, disparou. Sobre a não realização de aliança com o PSOL, a candidata explicou. “A gente tinha uma disposição para fazer uma frente na Bahia, com o PSOL, para construir o programa. Infelizmente o PSOL não teve essa flexibilidade, já veio com a chapa pronta. Aí não teve como realizar a parceria”, ponderou, ao reiterar o apoio nos trabalhadores e na juventude. “O PSTU defende que a mudança real da sociedade só é possível se a decisão estiver nas mãos dos trabalhadores e da juventude. Nessa campanha, a gente aposta muito na questão das mobilizações. A gente quer governar para um lado da Bahia, mas é o lado da maioria”, finalizou.