Sem jogo do Brasil, torcida baiana se divide entre Holanda e Costa Rica
Por Francis Juliano/ Luana Ribeiro
Fotos: Joilson César/Ag. Haack/Bahia Notícias
Para não perder o espírito de torcida quando o Brasil não está em campo, os baianos buscam outras seleções para dedicar seu apoio. É o caso da administradora Danila Maia, 27 anos, que, em homenagem à Holanda, foi à Fan Fest, no Farol da Barra, de camiseta laranja e pintou o rosto com as cores da bandeira. “Acompanho a Holanda desde 2002”, conta, ao apostar em uma final entre a Laranja Mecânica e o Brasil – se ocorrer, vai optar pela camisa canarinho. Já a sua amiga, a farmacêutica Camila Plácido, 27, também torce pelos holandeses, mas não tem esperança de uma final para nenhuma das duas seleções. “O Brasil não voltou a seu padrão de jogo, então acho que a Alemanha vai ser campeã”, acredita.

A administradora Paula Bukt, 29, aposta que a Holanda passará pela Argentina, “mas para no Brasil”. Em oposição ao trio, o psicólogo Miguel Grisi, que sempre tende “a torcer pelo Davi e não pelo Golias”, optou pela Costa Rica. “O interesse pela Costa Rica surgiu nesta Copa, mas vai crescer ainda mais. Já estou procurando outra camisa”, revelou. Outro elemento que o atraiu para a agremiação latina foram as cores, semelhantes ao seu “Davi” do Campeonato Brasileiro, o Bahia.
