PMs envolvidos no caso Amarildo não devem ser julgados na Justiça Militar
O inquérito sobre o caso Amarildo foi encerrado pela Polícia Militar do Rio de Janeiro (PM-RJ). O auxiliar de pedreiro Amarildo de Souza desapareceu no dia 14 de julho de 2013 e seu corpo foi encontrado depois de ser torturado. Os crimes cometidos pelos 29 PMs envolvidos no caso estavam no âmbito da Justiça Comum, não Militar. No entanto, a conclusão não significa que os envolvidos foram absolvidos pela corporação, afirmaram o Comando da Polícia Militar e a Corregedoria Interna. O coronel José Luis castro Menezes, comandante-geral da PM, concluiu que há indícios de crime comum. A suposta corrupção ativa de testemunhas seria de responsabilidade da Justiça Militar, segundo o processo, mas foi definido como competência da Justiça Comum pela corregedoria. Após a conclusão do julgamento, os envolvidos poderão ser excluídos da corporação pelo Comando da PM.