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Iranianos viram atração de torcedores e reclamam de preços e ‘barreira linguística’ no Brasil

Por Maria Garcia/ Lucas Cunha

Iranianos viram atração de torcedores e reclamam de preços e ‘barreira linguística’ no Brasil
Fotos: Maria Garcia/Bahia Notícias
Quem foi à Arena Fonte Nova nos primeiros jogos do estádio na Copa do Mundo se acostumou a ver muitos torcedores dos países da partida do dia nas arquibancadas e nos arredores do palco baiano no torneio. Entretanto, o jogo desta quarta-feira (25) entre Bósnia e Irã em Salvador receberá poucos torcedores das duas seleções, seja pela distância para vir ao Brasil ou ainda mesmo pela pequena tradição das duas nações em eventos esportivos. A presença de alguns poucos iranianos a caminho da Fonte Nova virou atração turística dos brasileiros que foram para o jogo. Foi o caso do grupo de iranianos formado pelos amigos Majid Bastani, Mahommed Reza e Sahba Osafi. O trio, que mora em Las Vegas, nos Estados Unidos, constantemente é parado por brasileiros que pedem para tirar uma foto ao lado dos torcedores do Irã. Eles vieram acompanhar os três jogos dos iranianos no Brasil e dizem aprovar o desempenho de sua seleção. "O problema contra a Argentina foi Messi. Mas acreditamos na classificação hoje", disse Mahommed, que afirmou ter um único problema na Copa no Brasil: a barreira linguística: "temos muitos problemas para conseguir informações, pois quase ninguém fala inglês".

Casal de torcedores iranianos reclamou dos preços de hospedagem no Brasil
 
Outros iranianos também atualmente residentes nos EUA que vieram ao Brasil para a Copa é o casal Amin Kamalzadeh e Aram Shahinfard. Eles dizem que "estão adorando o país", apesar de reclamarem dos preços das passagens e acomodações. “Tudo é muito caro, mas está valendo a pena”, disse Amin. O casal também aposta na passagem do Irã para a segunda fase da competição: "Estamos jogando muito forte, fomos muito bem contra a Argentina. Estamos bem esperançosos", declarou Amin.