Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Exoneração de Almiro Sena não influenciou no apoio do PRB a Souto, diz Sidelvan

Por Carol Prado/ Marcos Russo/ Luana Ribeiro

Exoneração de Almiro Sena não influenciou no apoio do PRB a Souto, diz Sidelvan
Fotos: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias

Um dia após o PRB confirmar o apoio ao candidato a governador das oposições, Paulo Souto (DEM), o deputado estadual Sidelvan Nóbrega, presidente municipal do partido, afirmou que a adesão da sigla ocorreu sem promessas de cargos, em caso de vitória do democrata. “Não vamos ganhar nada, acho que é o povo quem vai ganhar com isso. Vamos eleger o nosso governador e depois é que vai ser discutido isso, mas não houve nenhuma negociação de cargo”, assegurou, durante a convenção estadual da oposição, na manhã desta quarta-feira (18). A legenda integrava a base do governo do PT e era representada pelo ex-secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), Almiro Sena, exonerado no último dia 4 após denúncias de assédio sexual e moral a funcionárias da pasta. De acordo com o parlamentar, o fato não influenciou na troca de lado. “De forma nenhuma. A questão de Almiro Sena é uma questão pessoal dele, não teve nada a ver com isso. O PRB já vinha conversando há muito tempo com o DEM, com Paulo Souto. Vinha conversando também com o governador Jaques Wagner. Mas o partido se reuniu e achou melhor opção apoiar Paulo Souto”, afirma. Com a aliança, o chapa oposicionista ganha os 16 segundos da sigla, ligada à Igreja Universal do Reino de Deus. “Somos ainda muito pequenos, mas seremos grandes”, projetou.

Segundo o deputado federal Márcio Marinho, chefe estadual da sigla, os cargos na máquina estadual foram entregues nesta terça-feira (17). "É lógico, é coerente que, como o PRB não está mais fazendo parte do governo, a gente entregue a secretaria [de Justiça] ao governo do Estado”, avaliou. Conforme o bispo, não sobraram rusgas dos anos passados na coligação com Wagner. "De forma alguma. O que permitiu a participação nossa no governo de Jaques Wagner foi uma aliança feita em 2010. É evidente que o período agora é de discussão política, que cada partido repensa seu posicionamento e qualquer partido quer crescer. E a gente viu que o melhor caminho para eleger os deputados estaduais e federais era uma coligação com o Democratas", justificou. Marinho ainda diz que as pesquisas eleitorais recentes demonstram que a população quer "mudanças, alternância no poder". "Esse foi um dos fatores. E como precisamos garantir o espaço do partido na Assembleia Legislativa e no Congresso Nacional, isso foi preponderante para que a gente pudesse tomar essa decisão", afirma.