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Pedido de vista impede abertura de processo contra Argôlo no Conselho de Ética
Foto: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Câmara
A votação do parecer favorável à abertura de processo contra o deputado federal baiano Luiz Argôlo (SDD), por quebra de decoro parlamentar, foi impedida por um pedido de vista do colega Sérgio Moraes (PTB-RS). O relatório em favor do surgimento da ação foi produzido por Marcus Rogério (PDT-RO), que argumentou que as "condutas, em tese, configuram ato atentatório ao decoro parlamentar e há indícios suficientes de materialidade e autoria". Além de ter a conduta apurada pelo colegiado, devido às suspeitas de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, Argôlo chegou a perder a vice-liderança do SDD na Casa. Em relatório da Polícia Federal, são apontadas suspeitas de que Youssef repassou R$ 120 mil para o chefe de gabinete do parlamentar. A PF conclui no documento: "os indícios apontam que o deputado tratava-se de um cliente dos serviços prestados por Youssef, por vezes repassando dinheiro de origem aparentemente ilícita, intermediando contatos em empresas, recebendo pagamentos, inclusive tendo suas atividades operacionais financiadas pelo doleiro". O advogado do deputado, Aluisio Correia Regis, disse ao Globo que ele é inocente e que as informações sobre a relação dele com o doleiro são “fofocas”.

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