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Grupo de Trabalho se reúne no Palácio Tomé de Souza e convoca rodoviários

Por Evilásio Júnior/Luana Ribeiro

Grupo de Trabalho se reúne no Palácio Tomé de Souza e convoca rodoviários
Foto: Max Haack/Ag. Haack/Agecom
O Grupo de Trabalho criado para monitorar a greve dos rodoviários se reúne neste momento para discutir a situação e representantes do sindicato foram chamados para participar do encontro. A expectativa é de seja elaborada uma nova proposta, que será levada à categoria. “Fui chamado e se houver alguma coisa dentro do que é pedido, a categoria vai ser consultada e pode aceitar. A Mesa Permanente de Negociação está aberta”, afirmou Catarino Gomes, membro da direção da entidade. Entre as reivindicações estão 7h de trabalho divididas em 6h40 de atuação e 20 minutos de descanso; reajuste salarial de 12%, ticket alimentação de R$ 17 e desconto em folha pelo benefício de 10%, em vez de 20%, como ocorre atualmente. O governador Jaques Wagner reafirmou as declarações do secretário de Segurança Pública (SSP), Maurício Barbosa, quanto a possibilidade de vandalismo e ameaças para impedir a saída dos ônibus das garagens. “A PM irá atuar ainda nas investigações de denúncias sobre ocorrências em decorrência da greve. Não iremos tolerar atos de vandalismo, de depredação. A população e a cidade não podem ser penalizadas”, disse o chefe do Executivo baiano, que telefonou para o prefeito ACM Neto nesta terça-feira (27). Ele se colocou à disposição para colaborar no processo de resolução do impasse e na tentativa de cumprimento da determinação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de que 70% dos coletivos circulem nos horários de pico (4h30 às 8h30 e 17 às 20h) e 50% nos outros horários. Em caso de descumprimento, o TRT estabeleceu multa diária de R$ 100 mil. A PM foi mobilizada também para escoltar os veículos que sairão das garagens, mas a prefeitura, as empresas e o sindicato ainda discutem como a medida será aplicada. O movimento paredista faz piquetes nas sedes das viações para impedir a circulação dos ônibus.