Gestora da UPA do Subúrbio nega fechamento da unidade
Gestora da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Subúrbio, a Associação de Proteção a Maternidade e a Infância de Castro Alves (APMI) respondeu ao protesto
de funcionários que criticam a falta de pagamento de salários e a ausência de equipamentos. De acordo com a entidade, o atraso dos vencimentos ocorreu porque, quando assumiu o comando da unidade, em março, as contas de salários não puderam ser direcionadas para o CNPJ da APMI. Metade dos salários do mês de abril já teria sido paga. Até a quinta-feira (15), a associação prevê que todos os pagamentos serão normalizados. Sobre a reclamação de carência de produtos, a empresa diz ter, em estoque, 30 mil pares de luvas, 20 mil copos descartáveis e 2,5 mil fraldas. A APMI afirma ainda que a UPA está em pleno funcionamento e registrou apenas interrupção das atividades na manhã desta quarta (14).