MP diz que operadora lesou 13,2 mil clientes
Foto: Iracema Chequer
O Ministério Público da Bahia ajuizou ação civil pública solicitando à Justiça que proíba a Claro S/A e a Sol Distribuidora de Calçados, Serviços e Operações de Logística de efetivar qualquer portabilidade telefônica no estado, sem a prévia e expressa solicitação dos consumidores. A promotora de justiça Joseane Suzart acusa a operadora e sua credenciada de terem realizado a portabilidade de 13.285 usuários na Bahia sem autorização. As empresas teriam falsificado as assinaturas de clientes de outras operadoras, usando seus dados pessoais.
