As associações e parlamentares representativos de polícia e bombeiros encaminharam nota à imprensa para tratar das negociações com o governo da Bahia. De acordo com a categoria, o Estado não apresentou proposta sobre remuneração, a lei continua desrespeitada em relação aos inativos e viúvas, no que se refere à paridade salarial entre ativa e reserva. Ainda de acordo com os PMs o quadro Especial de Oficial (atual QOAPM), para praças, na forma proposta, não atende aos anseios da tropa, assim como a suspensão por até 90  dias. "É muito tempo para deixar um trabalhador sem salário", diz o texto, encaminhado pelo vereador Soldado Prisco (PSDB). Como pontos positivos foram destacados a independência e emancipação do Corpo de Bombeiros, reserva remunerada aos 25 anos para as militares estaduais e policiais civis, o fim do curso de formação de cabo e o fim da penalidade de cerceamento da liberdade. "A modernização debatida e apresentada pelas associações não foram atendidas", pontua o comunicado. O governador Jaques Wagner recebe a imprensa às 9h, para detalhar o plano e promete apresentar surpresas. 


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